A diretoria do Sinsem-GV esteve reunida, na tarde desta terça-feira (4), com a secretária municipal de Governo, Fátima Salgado, e o secretário adjunto, Keven Figueiredo, para tratar, entre outros, do atraso na recarga do vale-transporte dos servidores municipais.
Nas últimas semanas, especialmente com o retorno das aulas, diversos trabalhadores – em especial da área da educação – procuraram o sindicato para relatar dificuldades em custear as passagens de ônibus diante da falta de crédito nos cartões do benefício.
Durante a reunião, a secretária informou que o problema já estava sendo encaminhado para solução.
Na manhã desta quarta-feira (5), a diretoria do Sinsem foi informada de que a recarga dos cartões havia sido realizada.
A presidente do sindicato, Sandra Perpétuo, destacou que a regularização ocorreu após sucessivas cobranças da entidade junto à administração municipal. “Depois de reiteradas cobranças do sindicato, o cartão do vale-transporte do servidor foi recarregado hoje. Seguimos na luta frisou.
Além da reunião com o governo, o Sinsem-GV encaminhou ofício à Secretaria Municipal de Administração solicitando a regularização imediata do benefício. No documento, a entidade alertou que os constantes atrasos no fornecimento do vale-transporte haviam atingido um nível crítico, deixando diversos servidores sem condições financeiras de se deslocar até seus locais de trabalho.
Cobrança na Câmara
O tema também foi levado à tribuna da Câmara Municipal pela presidente do Sinsem e vereadora Sandra Perpétuo durante a sessão ordinária da última segunda-feira (3).
Na ocasião, a parlamentar afirmou que o sindicato vinha recebendo denúncias de servidores de diferentes secretarias que estavam sem vale-transporte e cobrou providências imediatas da administração municipal.
Sandra ressaltou que a falta do benefício compromete diretamente o deslocamento dos trabalhadores, principalmente daqueles que dependem exclusivamente do transporte coletivo para chegar ao trabalho.
“O servidor merece respeito. Não é justo que tenha de recorrer a empréstimos ou enfrentar dificuldades para exercer suas funções por causa da falta de um direito que lhe é assegurado”, destacou.






